quarta-feira, 21 de setembro de 2011

viver

Viver é sonhar com a doçura das crianças invandindo os corações dos homens e muheres, é
distribuir sorrisos, mesmo que não correspondido, pelo simples fato de acreditar que, você, faz a diferença, que um sorriso pode acalmar, fazer sorrir um coração fechado para o mundo e para si mesmo...

sábado, 12 de março de 2011

O PENSAMENTO É CRIADOR


Se você conhecer a verdade de que o pensamento é criador e
que somente a idéia
tem existência real, você deverá ter
consciência de que o seu pensamento é uma
arma poderosa e
mais eficaz do que qualquer outro tipo de arma.
Assim sendo,
jamais deverá ter pensamentos vis ou
incorretos e tampouco deverá pensar em
infelicidade,
desgraça, doença, conflito ou desarmonia.
O seu pensamento deverá
ser elevado, puro e sadio,
pensando sempre na felicidade, saúde, prosperidade,
harmonia e paz.
Saiba que o seu destino é traçado pelos seus próprios
pensamentos e não por
alguma força material de fora.
O seu pensamento é aparecimento, no seu corpo e

no seu meio ambiente, de tudo aquilo que você pensou.
Torne o seu pensamento

mais elevado, mais puro, mais belo e mais próspero.
>> Do livro Convite à Prosperidade 2 - Masaharu Tanigushi

terça-feira, 8 de março de 2011

nao fuja dos problemas

Quando pressionado por muitos deveres, obrigações e tarefas, o ser humano consegue extrair a verdadeira força que traz dentro de si.
Ao empinarmos papagaio (pipa), este sobe pelo so­pro do vento. Contudo, se não fosse a ação da linha, que o impede de subir desgovernado, ele seria levado à mercê do vento e acabaria se rasgando. A pessoa que fica demasiadamente eufórica di­ante de uma ótima situação financeira é como o papagaio que está bem alto mas que de repente é arrastado para lon­ge e fica estraçalhado. Às ve­zes, justamente por existir al­gum obstáculo para a ascen­são (assim como no papagaio existe a linha que o puxa para baixo) o homem conse­gue ascender de forma verda­deiramente correta. Quando pressionado por muitos deve­res, obrigações e tarefas, o ser humano consegue extra­ir a verdadeira força que traz dentro de si.
Os grandes poetas Home­ro e Milton eram cegos. Dante Alighieri também, na velhice, tornou-se praticamente cego. Quando algo nos é tirado, alguma outra força, que esta­va adormecida, repentinamente desperta e vibra. Na situação de cegueira, a pessoa deixa de ver coisas e fatos ba­nais do mundo exterior que dispersam a atenção e, devido a isso, uma espantosa força que estava oculta no seu inte­rior desperta e entra em ação.
Levar uma vida por demais confortável, sem dificul­dades, é como tentar polir uma espada com um chuma­ço de algodão; do mesmo mo­do que a espada não adquire assim o verdadeiro corte, a pessoa que leva uma vida fácil demais também não conse­guirá manifestar sua verda­deira capacidade.
Por vezes, aqueles que se mostram nossos amigos não enxergam os nossos defeitos, ou, tentando nos favorecer ou agradar, ressaltam somente as nossas qualidades. Então, descuidamo-nos, deixamos de conhecer os nossos defeitos e, por conseguinte, não os sa­namos.
Às vezes, aqueles que se apresentam como nossos ad­versários é que são os verda­deiros amigos. Como eles apontam defeitos que não ha­víamos percebido, podemos corrigir as nossas falhas. Mes­mo no jogo de xadrez, conse­guimos progresso quando en­frentamos adversários fortes, e isso ocorre porque eles ata­cam os nossos pontos fracos, os que ainda não havíamos percebido, e temos de nos esforçar muito para enfrentá-los. O essencial é não ficarmos acomodados, deixando-nos iludir pelas bajulações.
“A vida não é como argila. Ela é como o aço, que deve forjado” – assim dizia Emerson. Não se deve subestimar a vida. Por mais habilmente que uma pessoa consiga interpretar textos, seus conhecimentos serão inúteis se não passarem de meras teorias, pois ao ser lançada na correnteza da vida ela poderá acabar naufragando.
O monge Takuan assimilou verdadeiramente o zen quando atingiu o estado espiritual em que o caminho da espada e o do zen se tornaram um só e ele conseguiu vencer o exímio espadachim Yagyu Tajima. A vida não deve ser temida, tampouco subestimada. Dizem que, quando um professor de técnica de comércio se envolve em atividade comercial, em geral ele acaba fracassando. No caso de professor de religião, se ele fracassa ao se dedicar a um empreendimento é porque sua fé ainda não é verdadeira. Certa pessoa disse: “Se um empresário abraçar uma religião, seus empreendimentos crescerão; mas, se um religioso se dedicar a um empreendimento, nem sempre conseguirá êxito”. Essa afirmação contém uma advertência sobre a qual os religiosos devem refletir.
Quem despreza a força do inimigo será por ele derrotado. Subestimar a vida é o mesmo que menosprezar a capacidade do adversário. A vida não deve ser subestimada, mas não estou dizendo que devemos temê-la. O que eu quero dizer é que o homem precisa conhecer a si próprio, o adversário, a hora e o lugar. Aquele que não conhece a adequação pessoa, lugar e hora será fatalmente derro­tado. Conhecer a pessoa, isto é, o ser humano, significa re­conhecer a capacidade e o temperamento próprios e também os do outro. Conhe­cer o lugar significa discernir se o lugar é adequado ou não para concretizar determina­da ação. Conhecer a hora sig­nifica saber se o momento é apropriado para agir ou não; uma diferença de dez minu­tos pode acarretar grande lucro ou grande perda numa transação comercial.
Conhecer a adequação pessoa, lugar e hora – isso é ter sabedoria.
O amor não é compaixão. Ter compaixão é ressaltar a dificuldade do outro e ofere­cer piedade com senti­mento de apego. Se a pessoa passar a enfatizar os seus problemas e ficar com o pensamento fixo na dificulda­de, não mais conseguirá sair da situação lastimável, devi­do à força do pensamento.
A dificuldade jamais cons­titui infelicidade para a alma. Os maiores inimigos da alma são a preguiça e a covardia. Tendo vários caminhos para trilhar na vida, a maioria opta pelo caminho mais fácil, mas, na verdade, o caminho mais difícil é que conduz ao apri­moramento da alma. Um ca­minho plano e fácil, que não requer esforço ou sacrifício para trilhar, não contribui para forjar a alma da pessoa.
Aceitar uma tarefa mais difícil do que a atual é o me­lhor meio para forjarmos a nossa alma. Da mesma forma que o nosso físico aumenta o vigor quando o treinamos com exercícios adequados, a nossa alma adquire maior força quanto mais enfrentamos questões difíceis. So­mente através desse procedi­mento o ser humano pode manifestar a força infinita de Deus com a qual já nascemos nes­te mundo.
A felicidade dos jovens não deve consistir em sim­plesmente desfrutar as bên­çãos recebidas e levar uma vida cômoda em que nada de novo acontece. É preciso que os jovens, enfrentando e ven­cendo diversos problemas, desenvolvam a força infinita recebida de Deus que está latente neles. Logo, não de­vem fugir das dificuldades, mas também não precisam de­sejá-las, pois isso já seria cul­tuar o sofrimento. O que eles devem fazer é enfrentar as dificuldades corajosamente, considerando-as como pele­jas esportivas. Assim, mani­festar-se-á a força infinita do seu interior.
Ao deparar com uma difi­culdade, você não deve pen­sar que aconteceu uma tragé­dia e considerar-se vítima. Julgando-se protagonista de uma tragédia e deixando-se levar pela autocomiseração, você acabará criando uma si­tuação ainda mais trágica. Se surgir uma dificuldade, ima­gine-se como membro de uma expedição que está se embre­nhando corajosamente numa densa floresta à procura de novas terras. Quanto mais densa e emaranhada a flores­ta, maior será a emoção da aventura. E será especial­mente grande a alegria ao sair da floresta para o campo. Dessa forma, você cultivará uma grande força, e deixará de sentir as dificuldades co­mo tais.
Aquele que só almeja uma vida cômoda, que pensa estar manifestando a Imagem Ver­dadeira apenas porque está vivendo confortavelmente e deixa adormecida em seu interior a “força capaz de dominar as dificuldades” será tragado pelas ondas do mundo feno­mênico quando vier uma “tempestade”, pois não terá forças para enfrentá-la.
Você não precisa desejar as dificuldades, mas também não deve fugir delas. Saiba que toda e qualquer tarefa ou responsabilidade atribuída a você é um meio que Deus lhe destinou para que a sua força interior se desenvolva. Portanto, o melhor meio para o aperfeiçoamento e engran­decimento pessoal consiste em enfrentar a tarefa e a res­ponsabilidade sem temor, com força total, agradecendo a elas.
O surgimento de proble­mas significa surgimento de oportunidades de progresso. Se não houvesse problemas no mundo, ninguém se esfor­çaria para melhorar; assim os assalariados de baixa ren­da continuariam indefinida­mente nessa situação, lavado­res de pratos jamais deixari­am de ser lavadores de pra­tos. Se os homens do passado não tivessem mente sonhado­ra e espírito de aventura, a humanidade não teria alcan­çado o nível atual de progres­so.
Avante, jovem! Acalente um grande sonho e encete uma jornada corajosa em busca de uma grande aventu­ra!
Da Revista Mundo Ideal ANO II Nº 20.


Mundo Ideal - Dezembro / 2007

Pare de pensar em fugir das dificuldades. Fugir das dificuldades não é um meio de se livrar do sofrimento; pelo contrário, tal atitude só contribui para prolongar o sofrimento. É preciso ter atitude oposta, isto é, estar disposto a enfrentar os problemas. Qualquer dificuldade pode ser transformada em prazer ou satisfação quando enfrentada com determinação.
Livro: Mensagens de Luz

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Você vive só?

Você vive só?

"A pior solidão é aquela que se sente quando acompanhado"

Por Flávio Gikovate, psicoterapeuta

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei, se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesma. Elas estão começando a perceber que se sente fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.

Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.

domingo, 19 de setembro de 2010

filosofia da seicho no ie, maravilhosa!

O modo natural de viver


É essencial transcender as dificuldades fenomênicas mentalizando: “Aspecto fenomênico, corpo carnal, matéria, nada disso existe de verdade”. Deve-se agir desse modo também no caso de doença. Se uma pessoa, ao sofrer de cólica, de diarréia, de febre alta ou de tosses persistentes, ficar com a mente presa a esses sintomas, acabará se estressando muito, o que causará esgotamento físico e diminuição de capacidade de recuperação. É preciso que a pessoa deixe de se ater aos aspectos ruins como febre, diarréia, tosses etc., ou seja, deixe de ver o aspecto fenomênico e mentalize a Imagem Verdadeira que existe por trás dele, e que é repleta de força curativa, de energia vital. Na verdade, a ocorrência de febre, de catarro, de tosse, de diarréia etc. faz parte da força curativa da Vida. Nada disso ocorre num corpo sem Vida. Contemplar a Imagem Verdadeira significa transcender o mundo fenomênico e visualizar o mundo regido pela Vida de Deus e repleto de força vital que promove a cura. Para isso, não há necessidade de fechar os olhos; basta compreender o significado dos sintomas. Mas, na prática, se ficarmos com os olhos abertos, não podemos deixar de ver o aspecto doloroso da enfermidade e ficar com a mente presa a essa imagem fenomênica. Na Bíblia, Evangelho Segundo João, existe um trecho em que Jesus diz: “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas como agora dizeis: Vemos, por isso o vosso pecado permanece”. Com isso, ele quis dizer que, se estivessem com os olhos cerrados, as pessoas entenderiam realmente a Verdade, mas, estando com os olhos abertos, veriam como realidade os aspectos desagradáveis que não existem de verdade e não compreenderiam a sublimidade da Vida. Algumas pessoas pregam que não há necessidade de mentalizar a “inexistência de doença” e que a cura ocorre quando a pessoa acolhe incondicionalmente a doença. Mas há fatos que contradizem isso. São Francisco de Assis, por exemplo, acolheu incondicionalmente a doença, até de bom grado, mas nunca se curou, viveu doentio a vida toda. No fim, por se dispor a aceitar incondicionalmente as mesmas feridas que Jesus Cristo sofreu na crucificação, passou a ter as marcas das chagas de Cristo. Enquanto admitir a existência de doença, é inevitável tornar-se sujeito às doenças. É essencial compreender, em primeiro lugar, o conceito do nada. O monge Mumon costumava escrever a palavra mu (nada) uma atrás da outra, formando fileiras, e repetia a leitura várias vezes. Desse modo reiterava a inexistência das coisas fenomênicas e visualizava o que existe de verdade.

Existe uma escultura que mostra três macacos enfileirados. O primeiro está tapando os olhos, o segundo a boca, e o terceiro os ouvidos. A mensagem que eles transmitem é: “Não ver, não ouvir e não falar”. Significa que é preciso não se deixar iludir pelos sentidos físicos. O budismo prega sobre o “nada”, o “vazio”, e explica que tudo se origina do “nada”. Se o “nada” fosse simples inexistência, esta vida não teria nenhum sentido. Tanto faria estarmos vivos ou estarmos mortos. Aliás, talvez fosse melhor estarmos mortos, pois não precisaríamos nos alimentar, não adoeceríamos, não ficaríamos irritados nem brigaríamos. Se nada existisse realmente, seria melhor estarmos mortos. Mas o “nada” de que falamos aqui é o “nada” no sentido transcendental, que dá origem a tudo. Mentalizar a inexistência de todas as coisas estúpidas do mundo fenomênico é promover a manifestação do mundo de Deus – o paraíso, a Terra Pura – que existe de verdade. Inúmeras vezes por dia, devemos fechar os olhos físicos para mentalizar a inexistência das coisas fenomênicas e, em seguida, abrindo os olhos da mente, devemos despertar para a Verdade de que existe aqui e agora o maravilhoso mundo da Imagem Verdadeira, pleno de sabedoria, amor, Vida, provisão infinita e grande harmonia de Deus. A fundadora da seita Tenri provavelmente conseguiu se desligar completamente do mundo fenomênico e negar a existência da empregada que se envolvera com seu marido e tentara envenená-la; por isso, mesmo sofrendo os efeitos do envenenamento, conseguiu visualizar a Imagem Verdadeira e afirmou: “Aqui é o paraíso”. Em suma, a “grande negação” é outra face da “grande afirmação”. Se nos limitássemos a negar o aspecto fenomênico do ponto de vista relativo, este mundo seria completamente destituído de sentido. Mas o que desaparece por meio de negação são coisas que não existem de verdade. Por mais que se neguem as coisas que existem de verdade, elas não desaparecem. Por isso, quando se persiste em negar os aspectos fenomênicos, finalmente permanecem apenas as coisas que existem de verdade. Então, manifesta-se a Imagem Verdadeira. Se você estiver vendo imagens fenomênicas constituídas de coisas desagradáveis, sofrimentos, aflições, doenças, pobreza etc., afaste-as da mente afirmando categoricamente a inexistência de tudo isso. Esse é um ato de autopurificação, que faz parte da purificação do Universo. Quando se consegue negar todos os aspectos fenomênicos, revela-se o “mundo Sumiyoshi”, o mundo em que todos podem viver em perfeita harmonia. É imprescindível a mudança de visão de vida. O budismo usa o termo eshin, que significa “conversão”; e o cristianismo fala em arrependimento e em “nascer de novo”. De nada adianta nascer de novo se não mudar a visão de vida. Este mundo é um só, mas pode gerar vários mundos conforme a visão de mundo das pessoas. Por exemplo, ao nascer o menino Taro, surge o mundo de Taro; ao nascer o menino Jiro, surge o mundo de Jiro, e assim por diante. Havendo aqui quinhentas pessoas, existem quinhentos mundos, pois cada uma delas vê o mundo conforme sua própria visão de vida. Embora estejamos todos no mesmo mundo físico, no mesmo espaço do Universo, o mundo de cada um varia conforme sua maneira de ver, de ouvir, de sentir, etc.
Do livro Kōfuku no Genri (ainda não editado em português; tít. prov.: Princípio Básico da Felicidade), pp. 95-99


quinta-feira, 29 de julho de 2010

Minha mãe se inspirou e mandou pra mim...

Hoje acordamos,...Graças a DEUS!!!
Respiramos, levantamos, refletimos...
Cada um tem um jeito especial de ver o mundo...
Apreciar o caminho...as estradas...os matos...a paisagem....as flores....
o colorido das borboletas e o perfume da vida que vale a pena valorizar todos os minutos...Reclamar????As vezes é preciso, mas que não invada a sua alegria, ...
a tristeza tem que ser inferior, pequena...enquanto que a alegria, seja muito superior
para poodermos esquecer problemas, revoltas até, a falta de respeito de alguém, talvez...
Tudo vai acontecendo e tem nos trazido aprendizado, uns aproveitam outros não. O rumo da nossa vida é isso...Temos que entender o propósito do nosso criador, que talvez nos imponha aalgum sacrifício para nos testar se realmente somos bons.


Margarida Maggi Rebelo Oliveira
Minha mãe é psicopedagoga da Rede Estadual de Educação do
Estado do Paraná.

terça-feira, 13 de julho de 2010

conto de fada do Seculo XXI

Conto de fadas para mulheres do século XXI

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de autoestima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
-Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre…
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: “Nem morta”!

(Luís Fernando Veríssimo)